quarta-feira, 8 de maio de 2019

Convite para Defesa de Dissertação de Mestrado (PPGECIM/UFAL)

Convidamos a todos para assistir a Defesa da Dissertação intitulada “Gamificação no ensino de matemática: aprendizagem do campo multiplicativo”, do mestrando Ilson Mendonça Soares Prazeres, que será realizada no dia 13/05/2019 às 09h00min, no Auditório do CEDU, Campus Maceió.

Professores examinadores:
Prof. Dr. Carloney Alves de Oliveira  (CEDU/UFAL) - Orientador;
Prof. Dr. Luís Paulo Leopoldo Mercado (CEDU/UFAL)
Prof. Dr. Fábio Paraguaçu  (IC/UFAL)
Suplente: Prof. Dr. Kleber Cavalcanti Serra (IF/UFAL)


terça-feira, 7 de maio de 2019

No livros de física os autores costumam classificar os problemas * fácil, ** dificuldade média e *** maior dificuldade. Em geral, o aluno não resolve, pois acha que este tipo de problema é para gênio. Nada disso, é um problema, ao contrário de quem não entende de física e avalia diz logo: ah! um problema que só tem fórmula. Na realidade não é. Como exemplo coloco um problema deste tipo que está no livro Resnick, Halliday e Walker, Fundamentos de Física, na primeira unidade.
"Suponha que você está deitado na praia, perto do Equador, vendo o Sol se pôr em um mar calmo, e liga um cronômetro no momento em que o Sol desaparece. Em seguida, você se levanta, deslocando os olhos para cima de uma distância H = 1,70 m, e desliga o cronômetro no momento em que o Sol volta a desaparecer. Se o tempo indicado pelo cronômetro é t = 11,1 s, qual é o raio da Terra?"
É claro que não vou resolver o problema, já o fiz em um vídeo que estou produzindo e disponibilizando no youtube.
A ideia é mostrar que este problema já foi resolvido em aproximadamente 300 anos antes de Cristo. Que o relógio do Sol foi usando antigamente em muitas cidades. Portanto, física, não é só resolver problemas. Mas saber resolvê-los é fundamental para quem faz física.
Coloco uma artigo interessante de autoria de JOSÉ ROBERTO V. COSTA em Astronomia no Zenite: O universo é tudo para nós: Eratóstenes e a circunferência da Terra.

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Tenho poucos colegas que exercem atividades agrícola. Mas você sabe o que significa que este ano vou plantar um alqueire de feijão? O mais interessante é que não sendo uma medida padrão, apesar do mesmo nome, os valores não são idênticos. Por exemplo, o alqueira mineiro corresponde a uma área de 4,84 hectares. Já o alqueire baiano, ali vizinho, corresponde 9,68 ha. Mas quem comprar um terreno baratinho no norte pelo mesmo preço que compraria em minas, estaria perdendo dinheiro pois o alqueire do Norte equivale a 2,72 ha. Podemos ver uma relação enorme de valores diferentes de alqueire mesmo sendo no Brasil. Assim o algueiro goiano é igual a 48.400 m².
Mas de onde vem esta palavra alqueire?
Segundo o Wikipédia (https://pt.wikipedia.org/wiki/Alqueire)  Alqueire (do árabe al kayl) designava originalmente uma das bolsas ou cestas de carga que se punham, atadas, sobre o dorso e pendente para ambos os lados dos animais usados para transporte de carga. Logo, o conteúdo daquelas cestas ou bolsas, mais ou menos padronizadas pela capacidade dos animais utilizados no transporte, foi tomado como medida de secos, notadamente grãos, e depois acabou designando a área de terra necessária para o plantio de todas as sementes. Este foi o grande problema: alqueire de quê? 
Esta história, puxa outra. Em Fortaleza, uma moça que anda muito pronta, pintada, maquiagem,  vaidosa, bonitinha, era chamada na época da segunda guerra ispilicute.
A questão era que durante a segunda guerra mundial, os americanos tinham um base aérea em Fortaleza. Claro que devida a presença dos gringos, as moças se aprontavam para paquerar. O americanos então as qualificaram como "she is pretty cute", ou seja, hoje seria "gatinha". Daí veio a acunha de ispilicute. Naquela época se aportuguesava as palavras estrangeira. Hoje não. Entrega passou ser simplesmente "delivery". Tanto é que um dia passando pela Menino Marcelo, vi uma placa que dizia: "faz-se delivery".

sábado, 4 de maio de 2019

ENTREVISTA COM O PROF. ERISSON MARINHO

Prof. Esp. Erisson Marinho
Especialista em Metodologia do Ensino da Matemática e da Física, graduado em Matemática (IM/UFAL). e professor da Educação Básica (Estadual e Municipal) em dois municipios alagoanos.

Educacias pergunta:
Dentro da sua área de formação, qual a importância do Ensino de Matemática no Ensino Fundamental numa perspectiva construtivista, e a sua relação direta com os assuntos do cotidiano?

Palavras-chave: Contextualização da Matemática. Perspectiva de Ensino. Modelagem.

Prof. Esp. Erisson Marinho responde: (ouça)



Leticia de Oliveira Santos - Mestranda PPGECIM/UFAL
Prof. Dr. Kleber Cavalcanti Serra - IF/UFAL (Orientador)

Convite para Defesa de Dissertação de Mestrado (PPGECIM/UFAL)


Convidamos a todos para prestigiar a Defesa da Dissertação intitulada “A utilização do PLET na aprendizagem de matemática nas séries finais do Ensino Fundamental”, do mestrando Jailson Cardoso de Barros, que será realizada no dia 09/05/2019 às 09h30min, no Auditório do CEDU, Campus A. C. Simões.

Professores examinadores:
Prof. Dr. Ediel Azevedo Guerra  (IM/UFAL) - Orientador;
Prof. Dr. Vânio Fragoso de Melo (IM/UFAL)
Prof. Dr. Amauri da Silva Barros  (IM/UFAL)
Suplente: Prof. Dr. Givaldo Oliveira dos Santos (IFAL)

Alfabetização Cientifica (sugestão de leitura)

Olá, Professor!
segue algumas sugestões de leitura para aprofundar os conhecimentos sobre a Alfabetização Cientifica no Ensino Fundamental.

ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA NO CONTEXTO DAS SÉRIES INICIAIS
Leonir Lorenzetti, Demétrio Delizoicov
Disponível em:

ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA, ENSINO POR INVESTIGAÇÃO E ARGUMENTAÇÃO: RELAÇÕES ENTRE CIÊNCIAS DA NATUREZA E ESCOLA
Lúcia Helena Sasseron
disponível em: 

ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
Lúcia Helena Sasseron, Anna Maria Pessoa de Carvalho 
Disponível em: 

ALFABETIZAÇÃO CIENTIFICA OU LETRAMENTO CIENTÍFICO?
Rodrigo Bastos Cunha
Disponível em: 

ENSINO DE CIÊNCIAS E ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Juliana Pinto Viecheneski, Marcia Regina Carletto
Disponível em:

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Letícia de Oliveira Santos, Mestranda do PPGECIM/UFAL
Prof. Dr. Kleber Cavalcanti Serra - IF/UFAL (Orientador)